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domingo, 10 de maio de 2009

Mãe é mãe!

Dia das Mães é aquele momento de reunir a família, ir comer na casa da vó e comprar um presentinho bacana para aquela mulher que te criou e colocou no mundo.

Mãe é aquela mulher, sim ela é uma mulher também, que te dá colo quando você precisa, te dá aquele puxão de orelha quando você apronta e por mais feio que você seja, sempre vai te achar bonito.

A mãe de antigamente era aquela mulher que passava o dia inteiro em casa cozinhando, lavando, passando e esperando o marido chegar com o jantar quentinho. Além disso, as mulheres viravam mães muito novas e o papel principal da mulher era de ter filhos e criá-los.



Hoje, tudo mudou, ou quase tudo. A mulher continua lavando, passando, cozinhando, mas também trabalha fora e ganha seu próprio dinheirinho. Ela se transformou em uma super-mulher, já que além dos afazeres domésticos, também dá conta de um trabalho fora.

Assim, ser mãe nos dias de hoje não é mais uma prioridade. A mulher demora cada vez mais para ter um filho, uma vez que primeiramente se estabelece financeiramente, para aí sim ter um bebê. E quando o tem, percebe que é um desafio ser mãe nos dias atuais.

Por isso, no dia de hoje, quando você estiver comendo aquela macarronada na casa da sua avó, pense o quanto a sua mãe é importante para você e o quanto ela rala. Não tenha vergonha de dizer EU TE AMO. E nunca se esqueça que além de mãe ela é uma mulher.


FELIZ DIA DAS MÃES!

sábado, 9 de maio de 2009

Às compras!

Para os mais atrasados que ainda nåo foram às compras em busca do presentinho para essa pessoa tåo especial, a gente dá uma ajudinha com umas dicas para facilitarem a escolha do gift.

AOS DESAVISADOS
Em primeiro lugar, por mais que sua måe assuma a tarefa de ser dona de casa tradicional, lembre-se que antes de ser måe ela é mulher, e merece ser presenteada como tal, sacou, né? Nada de presentes como liquidificadores, batedeiras ou coisas para a casa a menos que ela deixe expresso o desejo claro de ganhar algo desse tipo.

AOS MAIS ATENTOS
Se o seu relacionamento com a mamis é estreitíssimo e você sabe numeração de roupas e calçados, vale investir em algo assim, mas lembrando que aí o presente fica mais carinho… E você precisa estar bem por dentro do estilo dela. Mas garante um sorrisão de orelha a orelha.



AOS PERDIDOS
Agora se você não tem essas informações ou não tem fundos suficientes pra gastar num look bacana, a melhor pedida são os acessórios. Nao há mulher que resista a um mimo assim… Vale par de brincos, braceletes, dá pra aproveitar a chegada do friozinho e caprichar em lenços e pashminas pra deixar sua mãe quentinha e com estilo. E as opções em lojas de acessórios são beeem variadas, com certeza você encontra algo com a carinha dela.


AOS CRIATIVOS
Para quem gosta de soltar a imaginação, a embalagem do presente pode ser uma caixa com fotos de vocês coladas pela volta toda. Se tiver tempinho sobrando, capricha na visita à papelaria, compra uns papéis bem lindos e monta um albinho com uma retrospectiva das melhoras fotos de vocês com direito à comentários bem divertidos. Imagina se ela não ia amar…


AOS ROMÂNTICOS
Para os filhos mais sensíveis, tem a opção mais romântica de todas: as flores! Se ela tiver alguma preferida, ótimo, se não tiver, as rosas brancas, que remetem à nobreza de sentimentos, são perfeitas, né?


AOS DESPROVIDOS DE FUNDOS
Pois é, se não sobrou graninha extra, com dois ou três reais você compra um cartão bem lindo e escreve tudo que você sempre teve vontade de falar pra ela e de quebra ainda derrete o coração da mamis, vale cartinha também e , aliás, essa opção, se não for a única, deve acompanhar todas as outras, porque melhor do que qualquer presente, é você demonstrar o que sente por ela.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Misturando as regras...

Todo mundo já deve ter se preocupado demais com a roupa quando recebe um convite em que lá no finalzinho a gente pode encontrar o tipo de traje indicado para vestir na tal ocasião, certo?

Afinal, durante muito tempo os dresscodes (regras de vestuário mesmo) foram super rígidos, e social completo com traje passeio jamais se cruzariam no mesmo salão a não ser que uma das partes fosse completamente sem noção.

O que a gente tá vendo hoje é uma flexibilização dessas regrinhas... E aqui no Oficina de Estilo (que a gente ama pouco, né?!) elas trazem um post falando exatamente sobre isso... e pra deixar mais claro ainda a gente vai pegar a modelete mais poderosa ever a Sra. Brady, Gisele Bundchen, que foi no baile de gala do Met de vestidinho curto, cabelão solto e 'nem aí' se o traje mais adequado seria um longuíssimo ou não:



Calçados delicados? Não! Cabelos penteados? Não! Vestido longo? Não! Mas você olha pra ela e ... Tá linda! A questão não é simplesmente que 'ahhh, ela é Gisele, ela pode!'... Basta olhar e você vai ver que muitas coisas compensam outras, sabe como?

O cabelo pode não estar com penteado elaborado e olhando bem ele dá aquela idéia de 'lindo ao natural, acordei e vim' e é isso que compensa, o cabelo tá simples, mas tá super bem cuidado, com cara de cabelo saudável, perfeito...

O comprimento do vestido é um pecado se for pensado dentro dos dresscodes rígidos de aninhos atrás, mas a peça em si carrega brilhos, silhueta elegante e deixa a mostra um par de pernas torneadas, bem cuidadas, hidratadíssimas, longas e super femininas, sacou? O elemento comprimento é substituído pelo elemento pernas mais que bem cuidadas e fica tudo lindo.

E o calçado? O calçado é o mais 'entrão' de todos nessa história, nada de delicadeza, né? Mas esse modelo, goste você ou não, já está atraindo olhares de fashionistas pelo mundo todo, então, nada mais justo que num baile em que as modelos estão sendo homenageadas como musa (O tema da festança esse ano era Models as Muse), a top leve informação de moda no seu look, né?!

Não é pra dizer que desmoronou tudo e que a gora a gente pode ir em baile com roupa de balada sempre que der na telha... É algo que depende de um contexto, de auto-confiança, porque é ousado e você tem que mostrar que está segura ali, além de lembrar do joguinho de compensar, porque no meio daqueles cabelos 'quase-nada', tinha um par de brincos de esmeraldas, tá?! É um verdadeiro exercício de moda, de imagem e vale ser feito se você tiver consciência do seu corpo e de moda sem ser 'fashion victim'.

Pra inspirar mais e mais, tem essa galeria aqui com os looks das mais famosas que passaram pelo tapete vermelho do Met. Porque exercitar o olhar é sempre bom!

sábado, 11 de abril de 2009

Salada de Fruta!

De uns tempos para cá nós mulheres nos transformamos em objeto de desejo de tal forma que somos comestíveis. Está na moda ser fruta! Então temos a mulher melancia, mulher melão e assim por diante. Esse apelidos são dados pelos atributos que cada uma apresenta. Mas até que ponto ser uma mulher fruta é bom? Ok! Pode ser interessante, pois por um lado elas são desejadas e ganham dinheiro com isso, porém e a mulher que se esconde por detrás desse personagem? Onde ela se encontra?

Dessa forma, reforça ainda mais o suposto papel da mulher, o de ser um objeto sexual! Esse é um tipo de violência contra a mulher, que muitas vezes passa despercebida. O fato da mulher ter se transformado em uma fruta, quer dizer que ela pode ser comprada em qualquer lugar e por qualquer um.




Talvez nem as próprias mulheres frutas percebam em que elas estão se transformando: em mercadorias. Todas as conquistas que fizemos, inclusive o dia que ganhamos para comemorar nossa força de vontade e trabalho, são destruídas em pouco tempo.

Não é para parecer puritana, muito menos feminista, porém é visível que aos poucos nós mulheres estamos retrocedendo alguns anos. Nós podemos sim sermos sensuais e desejadas de formas mais sutis, sem ter que mostrar partes do nosso corpo na TV para ganhar dinheiro e levantar a audiência.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Fofoca para todos!

Quando se fala em fofoca logo se imagina que isso é coisa só de mulher, mas engano seu meu caro, os homens fofocam sim e muuuuuuuuuito! Segundo uma pesquisa os homens fofocam tanto quanto as mulheres ou mais que elas. O que muda é o conteúdo da fofoca.
Enquanto homens perdem tempo conversando com amigos sobre assuntos de pouca importância e ambiente de trabalho, as mulheres gostam de fofocar com as amigas e parentes sobre relacionamentos e da vida alheia. Mas a fofoca não tem só seu lado ruim, de
boca de Matilde (sinônimo de estar na boca do povo). A fofoca pode ser muito positiva no que se refere ao bom relacionamento e ambientação em espaços desconhecidos. É por meio de comentários e conversas nos corredores que você conhece um pouco das pessoas e da energia dos lugares, além de ser um ótimo meio de dividir angústias, alegrias ou tristezas com amigos/ amigas.




Logo, fofocar faz bem a saúde, mas fofoque com moderação! Pois apesar de ser uma prática essencial para a humanidade que sempre necessitou estar em contato com o outro, comunicar-se, ninguém gosta de ser alvo de calúnias. O importante é não ter preconceitos e só achar que FoFoCa quem faz é mulher, uma vez que FOFOCAR é um verbo que não possui sexo e deve ser bem utilizado por todos, homens e mulheres.

domingo, 5 de abril de 2009

Quremos ser Barbies ou Susis?

No mês de fevereiro deste ano a Barbie completou 50 anos. Sim! A boneca que todas as garotas adoram já é uma cinquentona e o melhor de tudo, continua com um corpo e cutis de quem acabou de fazer 20 anos! Desde o seu nascimento em 1959 em Nova York, a boneca passou por diversas transformações de cabelo, maquiagem, personagem, porém sem perder a sua cinturinha e seu corpo escultural.

Um estudo feito verificou que se a Barbie fosse uma mulher de verdade, ela teria 2,13 metros de altura, 45 centímetro de cintura e pesaria menos de 50 quilos. Assim, ela não seria nem capaz de se manter em pé. O fato é que muitas mulheres que cresceram brincando com a Barbie tentam de diversas formas serem iguais a ela. Como foi o caso de uma mulher que gastou R$ 2 milhões para ficar parecida com a boneca.




Durante esses 50 anos a Barbie ditou moda, tanto com suas roupas como com seus cabelos. Imitar o estilo da boneca não é problema, o problema se dá a partir do momento que se faz cirurgias para ficar parecida com uma boneca, que se realmente existisse teria medidas desproporcionais. Todas querem seguir o padrão Barbie de beleza: ter lábios carnudos, nariz empinado, peitos volumoso, cintura fina, bumbum durinho. Na vida real não é assim que funciona. Infelizmente, ou felizmente, nós mulheres temos corpos diferentes, com uma genética diferente e a partir do instante que se deseja transformar-se em alguem que não somos, acabamos nos transformando em ninguém. Pois como não ficaremos iguais a quem veneramos, somente parecidas, perdemos nossas características.

O que é discutido aqui não é o fato de se fazer cirurgias plásticas, já que se há algo que realmente a incomoda e é possível mudar, porque não? A questão é tentar mudar a sua aparência e se transformar em uma boneca, em um ser que não é. Hoje em dia é complicado se encaixar em um mundo no qual as mulheres têm que ser bonitas e magras. Quando não se é assim apela-se para outros recursos ou então, tentamos nos contentar em sermos Susis ao invés de Barbies.

sábado, 4 de abril de 2009

Encontrinho!!!

Quer um programa bem legal para fazer nesse domingão?

Entra aí nesse post do blog Encontrinho e saiba como participar de um começo de tarde de domingo beeeeem 'girlie' com ninguém mais, ninguém menos do que Gloria Kalil! Isso mesmo!


Além, é claro, de desfrutar da companhia de Vic Ceridono, do queridíssimo Dia de Beauté, e da Fê Resende ( sem a Cris, porque ela tá num momento acabei-de-ter-bebê-então-dá-licença) do blog que é leitura obrigatória para 10 entre 10 meninas que amam se vestir bem, o Oficina de Estilo. Fora que você vai conhecer uma turmooona de meninas legais e tudo isso em clima de amigas de infância!

Para quem não conhece, o Encontrinho começou com a Vic e suas leitoras fiéis e depois virou compromisso sério quase mensal e cada vez mais legal (com rima e tudo!) da tríade ( até há pouco tempo integrava o time de blogueiras encontrandas oficiais a Alê, do It Girls).

É organizado com todo carinho, cheio de mimos caprichados, mas é sempre disputadíssimo porque geralmente as vagas são super limitadas e se esgotam no tempo de vc abrir o blog e postar o comentário confirmando presença, então aproveita que dessa vez cabe todo mundo e que não tem listinha limitada de convidadas e se joga!

segunda-feira, 30 de março de 2009

A chuteira é de salto!

Quem disse que mulher não entende de futebol?


Não só entende como o melhor jogador brasileiro do mundo é uma mulher. Marta Vieira da Silva é vencedora da maior premiação da FIFA pela terceira vez consecutiva(2006/2007/2008). Seu futebol é completo: técnico, com uma velocidade impressionante, ginga de artista, jogo de corpo e finalizações que atingem a perfeição não devendo nada a nenhum homem e deixando muitos de queixo caído. Sua fama atingiu tamanha proporção que a alagoana pode desbancar o Rei Pelé.

O estádio alagoano Rei Pelé, mais conhecido como "Trapichão", por ficar localizado no bairro do Trapiche da Barra, em Maceió, pode mudar de nome e virar Rainha Marta em homenagem a jogadora conterrânea. A Assembléia Legislativa de Alagoas aprovou em segunda discussão, o projeto de lei que prevê a mudança do nome do Estádio. O projeto polêmico é de autoria do deputado estadual Temóteo Correia (DEM), que disse que a mudança do nome se faz necessária devido ao menosprezo, por parte de Pelé com o futebol alagoano. Mas se depender do governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB) a lei que trocaria o atual nome do principal palco de futebol alagoano, não sairá do papel, já que ele vetou a lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado (ALE), pois acha uma deselegância como rei do futebol, que tem seu nome no estádio desde 1970. A discussão é grande e a população dividida.

Porém, as mulheres não invadem o campo só com as chuteiras não. Os apitos, bandeirinhas e camisas de time são acessórios que, hoje, já fazem parte do figurino feminino, uma vez que cada vez mais mulheres vêm se interessando por futebol e andam freqüentando os estádios ou como torcedoras adoradoras de seu time ou como integrantes do time de profissionais que a cada competição fazem parte do espetáculo do futebol.

Neste mundo tão fechado e masculino do futebol as mulheres vêm crescendo e mostrando competência. Marta abriu as portas e olhares para o futebol feminino, que apesar de ser admirado, ainda é pouco reconhecido e valorizado sendo sujeito a muitos preconceitos. A bola não pode parar, pois o futebol vem acontecendo para as mulheres.


Por isso, calcem as chuteiras meninas! Com muito charme, ginga e bola no pé........

domingo, 29 de março de 2009

Em busca de segurança

Muitos homens afirmam que nós mulheres nos interessamos mais pelo dinheiro que eles têm, pelos seus carros, do que propriamente por eles. Bom, pelo o que diz uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade do Instituto de Walles, no Reino Unido, isso é verdade. Segundo a pesquisa, as mulheres se sentem mais atraída por homens com carros caros e os julgam pelo seu status.


Mas o que isso realmente quer dizer? Que nós mulheres somos interesseiras e nos preocupamos apenas com o dinheiro, do que com a felicidade? Muito pelo contrário, essa pesquisa apenas confirma que as mulheres se preocupam com o futuro. O carro caro significa que aquele homem poderá ser um bom marido, já que terá condições de criar os filhos sem problemas. Lógico que o modo como o homem é, o seu comportamento, também são importantes, mas se ele tem a possibilidade de dar um certo conforto para a mulher, já é meio caminho andado.


Nós mulheres estamos preocupadas com a nossa segurança e com a segurança da nossa prole. Não adianta acreditar que aquele ditado “dois corações e uma cabana” é valido nos dias de hoje. Isso é lindo em filmes e nos livros, mas na hora do vamos ver, a situação muda de figura. As dificuldades começam e aquele amor todo... cadê? Amor não enche barriga. Contudo de nada adiante estar com alguém se não houver amor. São os dois elementos em equilíbrio.


Atualmente nós mulheres estamos cada vez mais independentes dos homens, inclusive financeiramente. Conseguimos nosso espaço no mercado de trabalho e aos poucos estamos nos fixando. Porém continuamos ganhando menos. Assim, enquanto permanecermos em desvantagem continuaremos usando como um dos nossos critérios na hora de escolher nosso parceiro, o futuro que ele pode nos dar.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Invasão de Privacidade!

Que mulher nunca quis invadir o mundo masculino e descobrir alguns segredos? Ou mesmo saber como eles agem quando estão longe delas? Pois bem, a jornalista americana Norah Vincent, invadiu esse espaço para responder algumas perguntas e ver se realmente os homens vivem melhor do que as mulheres, e conta tudo no livro “Feito Homem”.

Com o nome Ned, Norah se vestiu de homem por um ano e meio, viveu e observou esse universo, talvez nunca explorado por outra mulher, mas que sempre fez parte da curiosidade feminina. Segundo a autora, foi muito difícil ser um homem e a vida deles não é assim tão fácil.

Durante sua jornada, utilizando barba falsa, um sutiã especial para esconder seus seios, um corte de cabelo estilo escovinha, Norah participou de um time masculino de boliche, foi a clubes de strip-tease, foi a encontros amorosos, trabalhou como um homem, entrou em um mosteiro e, por último, participou de um grupo de homens, no qual eles falavam de seus problemas e pelo o que estavam vivendo, apesar de neste lugar não ser permitida a presença de mulheres. A autora passou por cinco estados e três regiões diferentes dos Estados Unidos.

Essa experiência teve consequências para Norah que ela nem imaginava. Ela começou a sofrer de depressão, justamente por ter se transformado em outra pessoa, que não era, de forma alguma, parecida com ela. Mudou seu modo de rir, falar e de se expressar. Com isso, Norah afirma que é feliz do jeito que é: uma mulher.

Após a leitura desse livro percebe-se que a vida dos homens não é sempre as mil maravilhas e que eles vivem em constante pressão, tanto dos amigos e chefes, como deles mesmos. Sempre tomando cuidado com o modo como vão agir, olhar e falar, para não serem mal entendidos.

O mundo masculino pode ser, muitas vezes, fascinante quando olhado de fora, porém quando se está inserido, parece ser mais complexo que o universo feminino.

Abaixo um trecho do livro, só para aguçar a curiosidade:


“Tive a ideia deste livro quando me fantasiei pela primeira vez para uma festa de drags. (...) Na época, eu estava saindo muito na companhia de uma drag king que eu havia conhecido através de amigos. Ela costumava se travestir e me fazer tirar fotos dela fantasiada. Certa noite, me desafiou a me fantasiar com ela e sair pela cidade. Eu sempre quis tentar passar por homem em público, só para ver se conseguia, e por isso concordei. (...) comecei a pensar que, se depois de ficar travestida durante algumas horas eu havia aprendido um segredo tão importante sobre a maneira como os homens e as mulheres se comunicam uns com os outros, e sobre os códigos silenciosos da experiência masculina, será que eu não conseguiria observar potencialmente muito mais sobre as diferenças sociais entre os sexos se me passasse por homem durante um período de tempo mais longo?”

quarta-feira, 18 de março de 2009

E na moda também!

Por mais que pareça insuportável falar de crise o tempo todo, não há como negar, ela está atingindo todos os setores, ainda que seja só com sua sombra...

E com a moda não seria diferente: as primeiras filas dos desfiles internacionais costumavam ficar cheias de it-girls chiquérrimas e glamurosas, mas depois do que Anna Wintour disse, o pessoal parece ter se tocado de que agora não é hora de ostentar. Elegância e luxo continuam em alta, mas de um jeito low-profile, e mais consciente... Porque o consumo vai continuar, só vai ser adaptado aos tempos de 'cortes', né?

Nas passarelas do lado de lá, a alta-costura não impressionou com volumes exageradíssimos, as peles ainda continuam a aparecer, mas tudo que foi visto tem aquela cara de 'mais do mesmo', não que a moda não seja um pouco isso - reinventar, recriar, repaginar - só que dessa vez o povo exagerou, ou melhor, não exagerou em nada.

Para quem ainda não aprendeu a consumir informação de moda adaptada ao cenário econômico atual, o que vale mesmo, mais do que nunca, investir nos clássicos, porque dinheiro bem investido nunca é dinheiro jogado fora. Adquirir peças de boa qualidade, acabamento impecável e mais neutras são a aposta da vez. Clássicos perdurarão no seu closet para muito além da crise, afinal, são eternos, né?!

E quando falamos de clássicos, falamos de camisas brancas, calças de alfaiataria, sapatos de salto médio e em cores neutras, mas se esse não faz seu estilo, tudo bem, você só tem que descobrir qual é a SUA peça curinga... Se você vive de jeans, invista num jeans ótimo ao invés de gastar com calças que logo ficam com cara de 'uso há anos', o mesmo para tênis, camisetas e bolsas.

Mais interessante do que aparecer com um peça diferente a cada dia, é aparecer sempre bem vestida em cortes que favoreçam sua silhueta, com cores que combinem com seus tons de pele e cabelo e como isso, às vezes, pode custar bem caro... O jeito é fazer as escolhas depois de pensar muito, assim não tem como se arrepender depois

Afinal, a crise pode até atingir nossos bolsos, mas elegância e bom senso são coisas que nunca saem de moda.

segunda-feira, 16 de março de 2009

TI-TIA?!

A maxibag quer saber: Casar e ter filhos cabe na sua “bolsa” ou a profissão é mais importante?

O atual perfil da mulher melhor inserida no mercado de trabalho, em São Paulo, é aquela que não é casada e não possui filhos, conforme a pesquisa do departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e da fundação SEADE.


Desde 1857, as mulheres buscam mais intensamente por seus direitos no mercado, reivindicando por melhores condições de trabalho e de salário. No entanto, o desejo da realização profissional não era mais forte que o instinto maternal, sendo este, nos dias de hoje, esquecido ou adiado em virtude das próprias exigências e necessidades profissionais.

No início, a vontade de se estabelecer no mercado e atingir uma independência financeira era um poderoso argumento para se livrar do tão temido comentário de família: “Olha minha filha, desse jeito você vai acabar ficando pra titia”. Porém ao chegar nessa fase, a mulher muitas vezes se torna excessivamente independente e exigente, ao ponto de seus relacionamentos não durarem ou não acontecerem, devido a imaturidade amorosa.

Felizmente a questão é polêmica, pois o esteriótipo de “tipo de mulher” foi modificado oferecendo, a nós, mulheres, diferentes opções de escolha de vida, modo de pensar, de se relacionar..... .Independentemente da sua escolha, para a maxibag o importante é encher a bolsa de coisas boas, porque a realização deve estar dentro de cada uma de nós.



domingo, 8 de março de 2009

Parabéns!

Para quem não sabe, o Dia Internacional da Mulher é uma homenagem à luta das mulheres por uma série de reivindicações em busca da igualdade de direitos e do reconhecimento merecido da sua força de trabalho e do seu papel na sociedade.

E nada melhor para comemorar essa data do que inaugurar um espaço feito sob medida para o universo feminino, né?

E essa é a proposta do MaxiBag: ser exatamente como aquela sua bolsa enooorme, que te acompanha por onde você vai levando dentro tudo aquilo que você precisa! Aqui vamos falar sobre moda, beleza, saúde, comportamento, relacionamentos, discutir e enriquecer com opiniões os debates presentes na mídia relativos ao universo feminino e também daremos dicas culturais sobre livros, lugares, filmes e peças de teatro que você não pode deixar de conhecer.

créditos

Tudo isso porque, como mulheres que somos, sabemos o quanto nós precisamos estar ligadas nos acontecimentos a nossa volta, além de desempenharmos múltiplas tarefas e claro, sem perder o charme e a capacidade de continuar linda, e em cima do salto, ao fim de um dia super cansativo.

E para ficar ainda melhor, os comentários de vocês podem virar pautas para novos posts, enquetes (meninas e meninos também, viu?!) e assim o blog vai ficando cada vez mais abrangente, correspondendo à visão cada vez mais plural que nos cabe nos dias de hoje.

A casa - ou melhor - a bolsa... é sua!

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