Muitos homens afirmam que nós mulheres nos interessamos mais pelo dinheiro que eles têm, pelos seus carros, do que propriamente por eles. Bom, pelo o que diz uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade do Instituto de Walles, no Reino Unido, isso é verdade. Segundo a pesquisa, as mulheres se sentem mais atraída por homens com carros caros e os julgam pelo seu status.
Mas o que isso realmente quer dizer? Que nós mulheres somos interesseiras e nos preocupamos apenas com o dinheiro, do que com a felicidade? Muito pelo contrário, essa pesquisa apenas confirma que as mulheres se preocupam com o futuro. O carro caro significa que aquele homem poderá ser um bom marido, já que terá condições de criar os filhos sem problemas. Lógico que o modo como o homem é, o seu comportamento, também são importantes, mas se ele tem a possibilidade de dar um certo conforto para a mulher, já é meio caminho andado.
Nós mulheres estamos preocupadas com a nossa segurança e com a segurança da nossa prole. Não adianta acreditar que aquele ditado “dois corações e uma cabana” é valido nos dias de hoje. Isso é lindo em filmes e nos livros, mas na hora do vamos ver, a situação muda de figura. As dificuldades começam e aquele amor todo... cadê? Amor não enche barriga. Contudo de nada adiante estar com alguém se não houver amor. São os dois elementos em equilíbrio.
Atualmente nós mulheres estamos cada vez mais independentes dos homens, inclusive financeiramente. Conseguimos nosso espaço no mercado de trabalho e aos poucos estamos nos fixando. Porém continuamos ganhando menos. Assim, enquanto permanecermos em desvantagem continuaremos usando como um dos nossos critérios na hora de escolher nosso parceiro, o futuro que ele pode nos dar.
domingo, 29 de março de 2009
Em busca de segurança
Postado por Priscila Cellino às 11:22 2 comentários
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segunda-feira, 16 de março de 2009
TI-TIA?!
A maxibag quer saber: Casar e ter filhos cabe na sua “bolsa” ou a profissão é mais importante?
O atual perfil da mulher melhor inserida no mercado de trabalho, em São Paulo, é aquela que não é casada e não possui filhos, conforme a pesquisa do departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e da fundação SEADE.
Desde 1857, as mulheres buscam mais intensamente por seus direitos no mercado, reivindicando por melhores condições de trabalho e de salário. No entanto, o desejo da realização profissional não era mais forte que o instinto maternal, sendo este, nos dias de hoje, esquecido ou adiado em virtude das próprias exigências e necessidades profissionais.
No início, a vontade de se estabelecer no mercado e atingir uma independência financeira era um poderoso argumento para se livrar do tão temido comentário de família: “Olha minha filha, desse jeito você vai acabar ficando pra titia”. Porém ao chegar nessa fase, a mulher muitas
vezes se torna excessivamente independente e exigente, ao ponto de seus relacionamentos não durarem ou não acontecerem, devido a imaturidade amorosa.
Felizmente a questão é polêmica, pois o esteriótipo de “tipo de mulher” foi modificado oferecendo, a nós, mulheres, diferentes opções de escolha de vida, modo de pensar, de se relacionar..... .Independentemente da sua escolha, para a maxibag o importante é encher a bolsa de coisas boas, porque a realização deve estar dentro de cada uma de nós.
Postado por Patricia Pessim às 14:11 2 comentários
Marcadores: comportamento, mercado de trabalho
